Concurso de Fotografia APH

A Mulher na Horticultura Portuguesa — Vote na sua foto preferida

A foto vencedora.

A Associação Portuguesa de Horticultura (APH) anuncia que Maria do Carmo Neto é a vencedora do Concurso de Fotografia "A Mulher na Horticultura Portuguesa", promovido no âmbito das comemorações do 50.º aniversário da APH e do Ano Internacional da Mulher Agricultora 2026. A fotografia vencedora, escolhida através de votação pública entre as seis imagens finalistas, retrata a horticultora de Ferreira-a-Nova, na Figueira da Foz, durante a colheita de grelos de nabo, captando de forma autêntica a dedicação, a paixão e o papel determinante das mulheres na horticultura portuguesa.

A mulher na agricultura portuguesa

A APH felicita Maria do Carmo Neto pela distinção alcançada e agradece a todos os fotógrafos, fotógrafas e votantes que participaram nesta iniciativa, bem como aos membros do júri e aos parceiros que contribuíram para o sucesso do concurso. Com esta iniciativa, a APH procurou valorizar, através da fotografia, o contributo das mulheres para a horticultura nacional, dando visibilidade às suas histórias, ao seu trabalho e ao seu impacto na inovação, sustentabilidade e desenvolvimento do setor.

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Maria do Carmo Neto
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Maria do Carmo Neto
O meu gosto pela horticultura já vem de muito pequena. Muitas vezes "roubava" sementes à minha avó e fazia pequenos canteiros no meio da couve galega que era muito alta e facilmente se escondia um trabalho que não fosse tão perfeito. Estudei Agricultura desde o ensino secundário até ao ensino superior, além disso nasci no seio de uma família pobre cujo sustento vinha da agricultura, mais precisamente do setor leiteiro. Terminado o meu curso, (Engenharia Agropecuária) procurei trabalho, encontrando um horticultor a cerca de 10 quilómetros da minha residência e por lá fui ficando (com muito gosto). O gosto pela terra estava "entranhado"! Eis que em conjunto com o meu marido desenvolvi um projeto ao abrigo do programa PDR2020, com o objetivo da venda de proximidade. Acabei trabalhando por conta própria, devido a um problema oncológico. E como eu me prenúncio várias vezes: a minha doença salvou o meu sonho!
Maria do Carmo Neto
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Maria do Carmo Neto
O meu gosto pela horticultura já vem de muito pequena. Muitas vezes "roubava" sementes à minha avó e fazia pequenos canteiros no meio da couve galega que era muito alta e facilmente se escondia um trabalho que não fosse tão perfeito. Estudei Agricultura desde o ensino secundário até ao ensino superior, além disso nasci no seio de uma família pobre cujo sustento vinha da agricultura, mais precisamente do setor leiteiro. Terminado o meu curso, (Engenharia Agropecuária) procurei trabalho, encontrando um horticultor a cerca de 10 quilómetros da minha residência e por lá fui ficando (com muito gosto). O gosto pela terra estava "entranhado"! Eis que em conjunto com o meu marido desenvolvi um projeto ao abrigo do programa PDR2020, com o objetivo da venda de proximidade. Acabei trabalhando por conta própria, devido a um problema oncológico. E como eu me prenúncio várias vezes: a minha doença salvou o meu sonho!
Maria Susana Berenguer Soares
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Maria Susana Berenguer Soares
A Horticultura une três mulheres num propósito comum: alimentar o corpo de nutrientes e a alma de afetos. A Horta D'Oliva, na Freguesia dos Olivais, é um oásis no bulício da cidade de Lisboa. É ponto de encontro de mulheres horticultoras, que cultivam pequenos pedaços de terra e enormes doses de afeto. Um verdadeiro espaço de Horticultura Terapêutica!
Raquel Mariano
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Raquel Mariano
Estamos em Trás-os-Montes. Colocar calcário e adubo num olival enrelvado? Sim. Vamos inovar ainda mais? Uma visão inovadora da olivicultura tradicional, com práticas agronómicas que visam melhores condições ambientais e financeiras. E a boa disposição como ingrediente principal, porque aqui se trabalha com amor à terra!
João Fernandes Rocha
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João Fernandes Rocha
Na luz difusa da estufa, Ana inclina-se sobre a terra como quem escuta um segredo antigo. Não há pressa — apenas a paciência de quem constrói caminho com as próprias mãos. Das estruturas dos pais nasceu a Infusa, gesto de autonomia sem licença pedida. Depois vieram os sinais do mundo: ouro no “Teas of the World” e “Melhor dos Melhores” nas ervas aromáticas. Mas é ali, entre folhas e silêncio, que tudo começa — onde a mulher deixa de ser sombra e passa a ser raiz e voz.
José Amaral
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José Amaral
Determinação e resiliência são desde sempre marcas indeléveis quando se associa a Mulher aos trabalhos no campo. A destreza e o jeito com que esses trabalhos são desempenhados transmite uma força e intensidades únicas, que só quem com elas convive percebe e dá valor.

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